domingo, 30 de agosto de 2009

Magnólia - Magnífica

Nas minhas andanças por aí... encontrei essa flor... nunca tinha visto!!!! Foi amor a primeira vista!!!! Vi ela na Universidade de Passo Fundo (aliás as fotos são lá de Passo Fundo - UPF)... perguntei a várias pessoas qual o nome dela e ninguém sabia me responder... estava encantada e doida para saber as características botânicas dela... mas nada... Até que ontem fuçando na internet encontrei uma fotografia dessa linda flor... Magnólia... por fim o mistério foi desvendado... Estou encantada pela beleza dela...
Estou pesquisando sobre ela e logo logo a descreverei para vocês com detalhes!!!!!
Um grande abraço à todos!!! Ótimo Domingãoooo...
Abraço

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Cerejeiras - Parque do Carmo (SP)

Como nos parques do Japão, os paulistanos tiveram no dia 02/08 a chance de observar a florada das cerejeiras em São Paulo. Foi no Parque do Carmo, na zona leste da cidade, durante a 31° festa das Cerejeiras com danças típicas e comida japonesa. A comemoração é para saudar as flores dadas pela Sakura (comentei em um dos antigos posts) uma espécie de cerejeira que não dá frutos, apenas flores ornamentais. A florada dura apenas dez dias...
A festa teve início nas comemorações de 70 anos da Imigração Japonesa no Brasil, quando para festejar a data, um grupo de japoneses da região se organizou para enfrentar o desafio de plantar Sakura (cerejeira) mesmo com a dificuldade do clima tropical brasileiro. Hoje, mais de 30 anos depois, o evento se fortalece e chega a receber cerca de 5 mil pessoas.
O parque tem cerca de 1000 árvores, plantadas há 34 anos, com mudas que vieram do Japão. De acordo com Koniti Wada, que participou do primeiro plantio, inicialmente as plantas não se adaptaram ao clima local e foram necessários 3 anos de trabalho para ter muda adaptadas. No Japão, cada árvore costuma viver até 100 anos. No Brasil, os especialistas calculam que elas não devem passar dos 50 anos. Por isso, novas mudas estão sendo plantadas em todo o bosque.
As flores da Sakura funcionam como uma espécie de radar das estações. A florada acontece entre o inverno e a primavera e anuncia o fim e o começo de uma nova estação. A cerejeira é árvore símbolo do Japão e é também associada à felicidade. Nos casamentos, é comum que os noivos tomem um chá com pétalas das flores da sakura. Segundo a tradição japonesa, o chá chamado sakaruayu, traz felicidade aos noivos.

No bosque também é possível observar árvores como ipês branco e roxo, pinheiros japoneses, azaléias e a quase extinta meta-sekoia, espécie do Japão que foi considerada extinta e reapareceu na China, sendo levada depois a várias partes do mundo, inclusive ao Brasil.
Para quem não tem a chance de ir até o Japão e apreciar essas belas árvores São Paulo é um pulinho...
Ano que vem aviso antecipadamente a data da 32° Festa das Cerejeiras para que possam ser admiradas!
Beijos!

Recebi por indicação da amiga virtual Angela Nogueira, criadora do blog Velejando nas Letras este meu primeiro selo. Repasso o mesmo para outros amigos, alguns que já me conhecem e outros não, cuja escolha foi motivada pela minha admiração e reconhecimento como leitora e seguidora dos seus blogs. Antes de postar a minha lista, transcrevo aqui as regras do jogo:
Regras para Postagem:
- Exiba a imagem do selo que você acabou de ganhar;
- Poste o link do blog que te indicou (muito importante);
- Indique 10 blogs de sua preferência, avise aos seus indicados e publique as regras;
- Confira se os blogs indicados repassaram o selo e as regras.
Meu dever de casa:
– Bom, o selo já está exibido;
– Foi o blog Velejando nas Letras que indicou meu blog Natureza é Arte

Os 10 blogs que indico são:
Baú de Especiarias Transcul...
Cansada de Besar Sapos
Casa Comigo
Deu errado!
LÚCIA AMORIM
Mala surrada - Dicas e Viagens
Movimento Natureza
o caminho é para dentro
zen-do-asfalto
• Creations by Ziad •

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Sakura - Cerejeiras Japonesas

O Japão é mundialmente conhecido como “o país das cerejeiras”. Contudo, não é só aqui que existem esses tipos de árvores. Em outros países, como a China, por exemplo, ocorre um número bem mais variado de espécies nativas. Na verdade, o ponto diferencial é a devoção que os japoneses consagram ao sakura, simbolo de felicidade aos japoneses. De tal forma que desde antigamente o plantaram extensivamente nos parques, beiras de rios, jardins, calçadas e quintais. Das cerca de dez espécies primitivas chegou-se a mais de 500 híbridas. Todo esse esforço em função apenas de produzir floração cada vez mais agradáveis ao olhar.
De olho no zensen
Sakura zensen significa a linha do desabrochar das cerejeiras. Mais ou menos a partir da última semana de março, a floração das árvores do tipo someiyoshino, a espécie híbrida mais plantada no Japão, inicia-se nas regiões próximas ao litoral do Oceano Pacífico, desde Kyushu até a altura de Tokyo, e vai subindo paulatinamente em direção ao norte, estimulada pela elevação da temperatura. Esse processo, que leva cerca de um mês para atravessar todo o país, é tão importante e atentamente acompanhado pelo povo que até a Agência de Meteorologia do governo nacional faz todos os anos uma meticulosa previsão do florescimento, e os meios de comunicação a divulgam amplamente.
Diante desses dados os festeiros poderão se organizar com os amigos, familiares ou companheiros de trabalho para fazer o hanami, que literalmente significa contemplar a flor, mas que também pode-se entender como fazer piquenique debaixo das árvores floridas.

Sakura Matsuri
Muitas cidades também realizam eventos para festejar a floração, os chamados Sakura Matsuri. Um dos que acontecem mais cedo no país é o da cidade de Miyakonojō, da província de Miyazaki, que este ano (2008) foi nos dias 29 e 30 de março.
Hanami
O Sakura Matsuri de Miyakonojō acontece anualmente no parque Mochio, que conta com 2,6 mil cerejeiras. Elas formam um túnel de dois quilômetros de extensão. O local está incluído entre os 100 melhores do Japão para fazer hanami.Além dos eventos do matsuri, à noite as árvores são iluminadas durante o período da floração. O parque fica na base do morro onde está o templo xintoísta Mochio-jinja. Vale a pena subir até lá em cima para contemplar a paisagem a partir de um mirante e ver do alto os dois quilômetros de flores.
Informações úteis
Parque Mochio - Fica a 5 quilômetros ou cerca de dez minutos de carro da estação Nishi-Miyakonojō. Site da Associação de turismo de Miyakonojō: http://miyakonojo.tv/
Como chegar
A JAL tem vôos para o aeroporto de Miyazaki a partir de Haneda (Tokyo), Itami (Osaka), Hiroshima e Fukuoka. Do aeroporto parte ônibus até a estação Nishi-Miyakonojō (tarifa: ¥ 1.590; percurso: 1 hora).

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Hoje, o tema é a Margarida... oras, quem nunca fez "bem-me-quer, malmequer" uma vez na vida numa referência ao hábito de desfolha-la para saber se é amada (o)? A Margarida é associada a idéia de simplicidade e modéstia. Na época vitoriana, era um nome bastante popular, pelo qual eram designadas as moças doces e meigas.
Há referências de que o nome desta planta seja provavelmente uma menção a Margaret de Anjou, esposa de Henrique VI, que sucedeu aos tronos da França e da Inglaterra em 1422. Ela costumava bordar essa flor em sua endumentária.
Existem mais de 20 mil variedades desta flor espalhadas pelo mundo, com várias denominações...
Prefere clima ameno a frio, solo rico em matéria orgânica, exposição ao sol pleno e irrigação dosada (gosta de água, mas nada de solo encharcado)...
Encanta pela sua simplicidade...
Abraços!!!!!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Ipê Amarelo - Flor Nacional







Esse túnel de Ipês fica na cidade onde moro, Santo Ângelo... lindo ! Que a primavera chegue logo!!!
Você sabia que em 1961, o então presidente Jânio Quadros declarou o Pau-Brasil a Árvore Nacional e o Ipê-Amarelo, da espécie Tabebuia vellosoi, a Flor Nacional? Pois é!!!
O ipê amarelo é a árvore brasileira mais conhecida, a mais cultivada e, sem dúvida nenhuma, uma das mais belas. É na verdade um complexo de nove ou dez espécies com características mais ou menos semelhantes, com flores brancas, amarelas ou roxas. Não há região do país onde não exista pelo menos uma espécie dele, porém a existência do ipê em habitat natural nos dias atuais é rara entre a maioria das espécies (LORENZI,2000).
A espécie Tabebuia alba, nativa do Brasil, é uma das espécies do gênero Tabebuia que possui “Ipê Amarelo” como nome popular. O nome alba provém de albus (branco em latim) e é devido ao tomento branco dos ramos e folhas novas.
As árvores desta espécie proporcionam um belo espetáculo com sua bela floração na arborização de ruas em algumas cidades brasileiras. São lindas árvores que embelezam e promovem um colorido no final do inverno. Existe uma crença popular de que quando o ipê-amarelo floresce não vão ocorrer mais geadas. Infelizmente, a espécie é considerada vulnerável quanto à ameaça de extinção.
A Tabebuia alba, natural do semi-árido alagoano está adaptada a todas as regiões fisiográficas, levando o governo, por meio do Decreto nº 6239, a transformar a espécie como a árvore símbolo do estado, estando, pois sob a sua tutela, não mais podendo ser suprimida de seus habitats naturais.Originária do Brasil é a espécie de ipê mais utilizada em paisagismo. Durante o inverno, as folhas do ipê-amarelo caem e a árvore fica completamente despida. No início da primavera, entretanto, ela cobre-se inteiramente com sua floração amarela, dando origem ao famoso espetáculo do ipê-amarelo florido. Quanto mais frio e seco for o inverno, maior será a intensidade da florada!!!!
Já escreveu um livro? Já fez um filho? E a árvore já plantou? Pode começar plantando um Ipê Amarelo!!!!
Beijosssssssss

segunda-feira, 22 de junho de 2009

sábado, 20 de junho de 2009

Butchart Gardens


Com mais de 220.000 m² e mais de um milhão de plantas de 700 espécies diferentes o Butchart Gardens é um dos parques mais famosos do Canadá. Executado há mais de 100 anos, ele é a concretização do sonho da jardinista Jennie Butchart em recuperar uma área destruída pela pedreira que a empresa de seu marido explorava. A árdua tarefa começou em 1904, quando Jennie mandou trazer toneladas de terra no lombo de cavalos e em carroças para forrar a pedreira. O trabalho só terminou duas décadas depois, quando as espécies se desenvolveram o suficiente para dar forma ao jardim que a jardinista imaginou. Não demorou muito e o local ganhou fama e começou a atrair turistas de várias partes do mundo. Hoje o jardim é considerado um Parque Histórico Nacional e recebe mais de 1 milhão de pessoas por ano.
O parque Butchart é composto por cinco grandes jardins - Jardim de Rosas, Jardim Japonês, Lagoa da Estrela, Jardim Italiano e o principal, Jardim Submerso (foto acima) -, todos interligados por caminhos e outros pequenos jardins. O Jardim Submerso fica exatamente onde antes existia a pedreira, o colorido de seus canteiros impressiona!
Localizado a 21 km de Victória, a capital de British Columbia, no Canadá. O horário de visitação varia de acordo com a estação do ano. Detalhes no site do Butchart Gardens: www.butchartgardens.com
(Fonte: Revista Natureza, ed.: 249).

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Bromélias... quem não se encanta?

Aqui um belo exemplar de Bromélias. Presentes em quase todos os biomas Brasileiros, elas têm como principal característica a versatilidade... Existem cerca de 60 gêneros e, aproximadamente 3200 espécies, sendo mais de 50% nativas do Brasil. Trata-se de uma das mais adaptáveis famílias de plantas do mundo, por terem uma impressionante resistência para sobreviver e por apresentar infinitas e curiosas variedades de formas e combinações de cores. A maioria é epífita (cresce em árvores), mas há também espécies terrestres e rúpículas (em rochas).

Exigem poucos cuidados e crescem em quase todos os tipos de solo, desde que bem drenados e não muito compactados. Apreciam umidade mas não suportam solos muito encharcados.

Quanto à proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue... é puro MITO!!! O inseto se reproduz em água limpa e os tanques das bromélias contém matéria orgânica em decomposição, não sendo propícia para o seu desenvolvimento. Mas atenção, o mosquito encontra, sim, local propício para depositar seus ovos na água que se acumula em recipientes artificiais, como latas, garrafas, pneus velhos, pratos de vasos, etc., resultado da falta de saneamento básico e conscientização das pessoas. Para saber mais, acesse o site da Sociedade Brasileira de Bromélias: http://www.bromelia.org.br/
(Fonte: Revista Paisagismo e Jardinagem, ed n°70)

Expectativas

Olá a você que visita o Natureza e Arte!
Minha intenção, ao criar este espaço, é dividir com vocês o amor incondicional à cada flor, fruto, a cada folha caída, a cada musgo de cada árvore que faz desse mundo tão belo....
A natureza é uma tela pintada por Deus, é pura ARTE !!!!
Aqui, vou expor minhas idéias sobre paisagismo, cuidado com plantas, além de exibir jardins e paisagens que levam em conta a arquitetura, o relevo, entre outros requisitos que se deve observar ao montar seu jardim otimizando todas as ferramentas de que se dispõe!
Abraço à todos
Márcia